A Arte da Karezza
Ao contrário das mulheres que através de suspiros e gemidos com a intensidade certa podem convencer o seu parceiro ou a sua parceira de que se encontram a alcançar do êxtase, aos homens tal façanha encontra-se vedada. Dotados da capacidade da ejaculação, o esbranquiçado líquido serve de prova irrefutável de que o homem levou a bom termo o ato sexual.
Curiosamente, existem algumas correntes religiosas que defendem que o esperma deverá ser contido e, logo, o orgasmo evitado a todo custo. Os homens hindus são ensinados a controlar a respiração, a meditar, a utilizar posturas sexuais específicas e a pressionar certas zonas do corpo para evitar a ejaculação. É suposto que alcancem o ponto imediatamente anterior à inevitabilidade ejaculatória (momento em que o homem já não consegue evitar o orgasmo) e que aí parem, para assim iniciar tudo de novo. A esta técnica deu-se o nome de karezza.
A karezza tem dois objectivos principais. Primeiro deles é a anti-concepção. Afinal, se não ocorre ejaculação, supostamente não deverá haver o risco de uma gravidez (o que não é bem verdade...). Por outro, serve para reter e assim concentrar as energias sexuais (que assim são recicladas pelo organismo).
Esta prática espalhou-se pelo oriente e acabou por alcançar os EUA em meados do século XIX. Foi praticada por uma comunidade fundada pelo Sr. Noyes que se fixou em Oneida, no estado de Nova Iorque. Noyes defendia que o homem deveria penetrar a sua parceira por prolongados períodos de tempo (mais do que uma hora), levando-a ao orgasmo, e terminar a relação sexual sem ejacular.
Curiosamente, existem algumas correntes religiosas que defendem que o esperma deverá ser contido e, logo, o orgasmo evitado a todo custo. Os homens hindus são ensinados a controlar a respiração, a meditar, a utilizar posturas sexuais específicas e a pressionar certas zonas do corpo para evitar a ejaculação. É suposto que alcancem o ponto imediatamente anterior à inevitabilidade ejaculatória (momento em que o homem já não consegue evitar o orgasmo) e que aí parem, para assim iniciar tudo de novo. A esta técnica deu-se o nome de karezza.
A karezza tem dois objectivos principais. Primeiro deles é a anti-concepção. Afinal, se não ocorre ejaculação, supostamente não deverá haver o risco de uma gravidez (o que não é bem verdade...). Por outro, serve para reter e assim concentrar as energias sexuais (que assim são recicladas pelo organismo).
Esta prática espalhou-se pelo oriente e acabou por alcançar os EUA em meados do século XIX. Foi praticada por uma comunidade fundada pelo Sr. Noyes que se fixou em Oneida, no estado de Nova Iorque. Noyes defendia que o homem deveria penetrar a sua parceira por prolongados períodos de tempo (mais do que uma hora), levando-a ao orgasmo, e terminar a relação sexual sem ejacular.
Fonte: Sensações Virtuais
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